II Encontro Abril Educação - O valor de educar

Sala São Paulo


Aula Show com José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski



As meninas e Ana Maria Machado


As meninas e Sérgio Fausto

VIRADA CULTURA 2011 - MUBE


E a Cia girou suas fitas na Virada Cultural 2011 até o anoitecer... agradecemos a participação de todos!!!

Com a adaptação do Livro "Um teto de céu" de Ninfa Parreira e ilustração de André Neves, a Cia contou história e proporcionou muita arte com a oficina "Seu teto é o céu"!









Hei, elas querem contar....

VIRADA CULTURA 2011

 Virada Cultural - Cia Saias de Fitas no MUBE!!!

As Meninas da Cia Saias de Fitas apresentarão a "Contação de História" livre adaptação do livro "Um teto de Céu" (autora Ninfa Parreiras).
Após a contação, acontecerá as oficinas: "Esculturas Humanas" e "Seu teto é o céu".

VIRADA CULTURAL 2011




DATA: 16/04/2011

Horário: 17 horas

Local: MuBE - Museu Brasileiro da Escultura

Av. Europa, 218 - Jd. Europa - São Paulo/SP
fone: 11 2594-2601 -
mube@mube.art.br


Como é bonita a fita, moça!


Conta pra gente...

O contar histórias está entrelaçado nas raízes da nossa espécie... O ser humano é o único animal capaz de transmitir por meio das palavras o que sente, o que eu vê, o que imagina...
A Cia Saias de fitas acredita que o ouvir histórias auxilia no desenvolvimento afetivo, cognitivo e social do individuo.
Quando apresentamos para criança um conto damos a ela a oportunidade de criação imaginária digna dos humanos e assim ela tece suas relações consigo e com o outro.
Essa imaginação artesã funciona quando o contador sente a narrativa como verdade... Por exemplo, se está escrito que a Emilia é uma boneca atrevida e que fala pelos cotovelos, o contador enxerga vida na boneca... Mesmo que essa boneca não exista... Dessa maneira os ouvintes também a percebem e cada um criará sua própria Emilia, a partir da Emília do Monteiro Lobato...
Assim nós da Cia Saias de Fitas, fitamos cada personagem, cada gesto, cada olhar, cada leitura com verdade... Contamos porque acreditamos... Acreditamos que os livros e a tradição oral estão vivos e pulsam...
“Ainda faço livros onde as crianças possam morar”
(Monteiro lobato)